Se você é, lamentavelmente, um deles... Mantenha a calma e ouça o que disse o rei Davi:
“Que são os seres humanos para que penses neles. Que são as pessoas para que Te preocupes com elas? No entanto, fizeste o ser humano inferior somente a Ti mesmo, e lhe deste a glória de um rei. Tu lhe deste poder sobre todas as coisas que criaste e o fizeste dominar tudo.” – Salmo 8:4-6.
Deus é a essência da liberdade. Ele criou você um ser moral livre.
Deus não interfere em nenhuma de suas decisões. Porém, como Ele o ama, quer o seu bem e deseja vê-lo feliz, então aconselha, como fez com Seu povo do passado:
“Neste dia chamo o Céu e a Terra como testemunhas contra vocês. Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição. Escolham a vida, para que vocês e os seus descendentes vivam muitos anos.” – Deuteronômio 30:19.
Josué, o substituto do grande patriarca Moisés na condução do povo de Deus, realça cristalinamente a isenção Divina na liberdade humana, dizendo:
“Mas, se vocês não estão querendo obedecer ao Senhor, escolham hoje a quem querem dar obediência. Será que vão querer servir aos deuses falsos dos seus pais do leste do rio Eufrates? Ou aos deuses falsos dos amorreus destas terras? Quanto a mim, escutem: Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” – Josué 24:15.
Deus não pode proibir você de fumar, beber ou se drogar. De seguir este ou aquele caminho. De fazer isto ou aquilo. Se Deus lhe impedisse algo, estaria violando um dos mais belos atributos de Seu caráter – o livre arbítrio, e Se tornaria um tirano cruel e implacável.
O princípio da valorização pessoal (auto estima) é inato em você, todavia ele está presentemente amortecido pela violência do vício, mas – não esqueça: você foi criado para dominar todas as coisas! Valorize-se! Você pode! Intimamente, você deseja! Você merece! Seus queridos apóiam!
Você é livre! Desfrute de sua liberdade. Deseje o melhor. Escolha a vida. E lembre-se: Sua decisão decidirá seu destino eterno.
Aquele que lhe apresenta um lindo maço de cigarros em custoso marketing, nunca lhe dirá que aquele famoso cowboy da propaganda de TV do passado, morreu de câncer de pulmão. Também não lhe dirá que um milhão de pessoas por mês no mundo morrem de câncer nos lábios, na boca, na língua e nos pulmões, provenientes do fumo.
Quem afirma que dentro de um cilindro de papel com tabaco está a aventura, emoção e sucesso, não lhe dirá que milhões de vítimas do tabagismo, portadoras de enfisema pulmonar estão dolorosamente presas a balões de oxigênio, aguardando a morte.
Não revelarão os comerciantes de cerveja, que os hospitais estão abarrotados de pessoas com o fígado podre, carcomido por uma cirrose assassina. Nem lhe falarão das lágrimas de infelizes esposas e filhos deformados, física e mentalmente, nos lares arruinados pelo alcoolismo.
Não lhe dirão os vendedores de wisky que as bebidas alcoólicas, são responsáveis por 30% de todos os suicídios; 55% das mortes em acidentes automobilísticos; 60% dos maus tratos em crianças e 85% nos atos de violência nos lares.
Jamais lhe dirão os fabricantes de drogas, que o pico inicial ou a primeira dose, pode significar o princípio de um trágico desastre para você e sua família.
Certamente você não percebe que uma estranha fascinação o leva ao vício. Você tem os olhos perfeitos, mas não consegue enxergar os malefícios deste hábito prejudicial. Você ouve com clareza, mas se torna surdo aos apelos de seus queridos e as lágrimas de sua amada esposa, namorada ou noiva. Seu cérebro funciona perfeitamente, mas você não consegue raciocinar na direção da saúde perfeita.
— E você sofre! Sofre, porque sabe que o vício, qualquer que seja, leva ao sofrimento, dor e morte prematura.
Assim, você pensa buscar a liberdade e, em nome dela, cai presa inexorável de armadilhas cruéis preparadas pela mídia, e sem perceber se torna no Escravo do Século XXI.
Há esperança para você. Jesus garantiu: “... Sem Mim nada podereis fazer.” – João 15: 5.
Você precisa de Cristo. Ele é o “Caminho, a Verdade e a Vida.” – João 14: 6.
Aceite Seu convite: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei.” – Mateus 11: 28.
Para o Senhor Jesus não há nenhum caso perdido. Jesus venceu o pecado, o diabo e a morte. Jesus nunca perdeu nenhuma batalha. Não existe dificuldade aflitiva que Jesus não vença. Ouça o que Ele disse: “Todo o que o Pai Me dá, virá a Mim; e o que vem a Mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.” – João 6: 37.
O vício, a droga e o pecado não impedirão a vitória de quem é atraído por Cristo e se entrega a Ele completamente.
Portanto, leitor(a) querido(a), só depende de você. A vitória é sua pelo sangue de Jesus. Aceita-O agora mesmo, e seja feliz eternamente.
Fonte: Lourenço Gonzalez www.ados.com.br
Severino Brêda da Silva - Doutor em Ciências da Religião (PUC/GO); Doutorando em Direito (UMSA - Argentina); Mestre em Teologia - Educação e Religião (EST/RS); Bacharel em Ciências Contábeis (UFMT), Teologia (UNIGRAN) e Direito (UNIC); Empresário Contábil.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Ellen White - Racista?
O Dicionário define o racista:
“Pessoa que tem ou manifesta sentimento de superioridade ou de agressividade de natureza preconceituosa ou discriminatória, em relação a indivíduos de outras raças...”
Há 43 anos conheço os escritos de Ellen White, e posso assegurar: ela nunca foi racista. Ellen White atuou em seu ministério de 1844 a 1915, nos EUA. Escreveu muitos livros, cartas e manuscritos orientadores para pessoas individualmente. Um destes, foi o desaconselhamento do matrimônio entre dois americanos: um jovem escuro e uma jovem branca. Disse ela:
“Somos uma irmandade... Devemos tratar as pessoas não brancas com o mesmíssimo respeito com que tratamos as brancas... Mas há uma objeção ao casamento de brancos com negros. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não tem o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitaria a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida. Por essa razão, caso não houvesse outras, não deveria haver casamentos entre brancos e negros.” - Manuscrito 7, 1896. Grifo meu.
Percebeu sua sinceridade? Ela apenas aconselhou! Como todos os seres humanos são livres e a decisão é pessoal, casaria quem desejasse, certo?
Não duvido que meus amados irmãos – branquinhos ou negrinhos do coração –, entendem este conselho dado numa situação especial dos EUA. Efetivamente, a sinceridade da irmã White amplia-se no Manuscrito 6, 1.891. Escute-a, com carinho:
“Quem quer que, da família humana, se entregue a Cristo, quem quer que ouça a verdade e lhe obedeça, torna-se filho da mesma família. Os ignorantes e os sábios, os ricos e os pobres, os gentios e os escravos, brancos e negros Jesus pagou o preço da aquisição de sua alma. Se nEle creem, a eles se aplica o sangue purificador. O nome do negro está escrito no livro da vida, junto do nome do branco. Todos são um em Cristo. O nascimento, a posição, nacionalidade ou cor não podem elevar nem degradar os homens...”.
Que clareza! Que sinceridade desta irmã tão difamada e condenada por alguns teólogos críticos desinformados! Disse mais ela:
“O Senhor considera com compaixão as criaturas por Ele criadas, não importa a que raça pertençam. Deus ‘de um só fez toda a raça humana para habitar sobre a face da Terra’. ... Falando a Seus discípulos disse o Salvador: ‘vós todos sois irmãos.’ Deus é nosso Pai comum, e cada um de nós é guarda de seu irmão.” – Review and Herald, 21/1/1896.
A irmã White, nunca foi racista. Lamentavelmente, ela tem se tornado mais do que isto para os inimigos de sua igreja, que contestam veementemente seu dom profético. Que pena!
“Quando a Sra. White não recomenda o casamento entre brancos e negros, não foi por um fator biológico, ou da incompatibilidade genética entre uma raça e outra, pois todas as raças vieram de Deus (Atos 17:26), mas por motivos sociais oriundos de uma sociedade que discriminava fortemente, dolorosamente os negros.
“Se lidas com atenção as declarações sobre o assunto, vão revelar que ela estava mais preocupada com os resultados e consequências sociais e emocionais sobre os filhos de um casamento assim, do que com o casamento entre si. Sua maior preocupação era com pressões que o casal e os filhos receberiam das pessoas que com eles conviviam e eram dadas ao racismo.” – Pr. Moisés Mattos, Perguntas Que eu Faria a EGW, pág. 41 – Editora Ados.
A irmã Ellen White, reconhecidamente, viveu numa época super conturbada que levou os EUA à guerra da secessão entre o sul e o norte, por causa do racismo.
“Ellen conviveu com este período, quando o preconceito entre brancos e negros foi elevado ao seu nível máximo. Portanto ela teve que ser muito equilibrada para não perder de vista a missão maior da igreja, que era pregar o evangelho a negros e brancos, ou seja: a todos.” – Idem, pág. 39.
Os Depositários do Patrimônio Literário White, informam:
“Repetidas declarações de sua pena acerca de relações étnicas indicam claramente que o conselho sobre o casamento inter-racial não é uma questão de desigualdade, mas essencialmente uma questão de conveniência ou inconveniência provenientes de circunstâncias e condições que podiam resultar em ‘conflito, confusão e amargura’... igualdade de todas as pessoas e da fraternidade do gênero humano, e sua firme crença nela.” – Meditação Matinal 1968, pág. 288.
A irmã White conhecia de sobejo esta e outras Escrituras: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” – Gálatas 3:28. (Atos 10:34; 17:26; Rom 10:12; Heb. 2:9).
Ouça ela confirmando o apóstolo Paulo e a Palavra de Deus:
“A religião da Bíblia não reconhece nenhuma casta ou cor. Ela não faz caso de posição social, riqueza, honra mundana. Deus avalia os homens como homens. Para Ele, o caráter decide seu valor. E devemos reconhecer o Espírito Santo em todo aquele em quem Ele é revelado.” – Testimonies, vol. 9, pág. 223.
“Deus não reconhece distinção alguma de nacionalidade, etnia ou classe social. É o criador de todo homem. Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio demolir toda parede de separação e abrir todos os compartimentos do tempo, a fim de que todos possam ter livre acesso a Deus.” - Parábolas de Jesus, pág. 386.
“Em nosso culto a Deus não haverá distinção entre ricos e pobres, brancos e negros. Todo preconceito se dissipará. Quando nos aproximamos de Deus, fá-lo-emos como uma só família.” – Meditação Matinal, 1968, pág. 288.
“Os muros do sectarismo, casta e raça desabarão quando o verdadeiro espírito missionário penetrar no coração dos homens. O preconceito é dissipado pelo amor de Deus.” – Review and Herald, 21/1/1986.
“Têm sido erigidos muros de separação entre brancos e negros. Esses muros de preconceito ruirão por si mesmo, como aconteceu com os muros de Jericó, quando os cristãos obedecerem à Palavra de Deus, a qual recomenda que tenham supremo amor a seu Criador e amor imparcial ao próximo.” – Review and Herald, 17/12/1895.
“Quando for derramado o Espírito Santo, haverá uma vitória da humanidade sobre o preconceito em buscar a salvação da alma de seres humanos. Deus dirigirá a mente das pessoas. Corações humanos amarão como Cristo amou. E a barreira racial será por muitos considerada de modo bem diferente da maneira pela qual é considerada presentemente. Amar como Cristo ama eleva a mente a uma atmosfera pura, celeste, altruísta.” – Testimonies, vol. 9, pág. 209.
Que clareza! Notável!
Tenho absoluta certeza, que todo leitor, movido por um sincero amor, verá que o conselho de Ellen G. White foi para um momento especial em que vivia seu país. E mais, certamente reconhecerá que ela nunca foi racista. Pelo contrário, sua pena exaltou a unidade racial no amor de Deus em Cristo Jesus. Aleluia!
Nunca esqueça: nós, os Adventistas
Do Sétimo Dia, amamos você!
Se desejar mais informações, procure-nos, sim!
Fonte: Lourenço Gonzalez www.ados.com.br
“Pessoa que tem ou manifesta sentimento de superioridade ou de agressividade de natureza preconceituosa ou discriminatória, em relação a indivíduos de outras raças...”
Há 43 anos conheço os escritos de Ellen White, e posso assegurar: ela nunca foi racista. Ellen White atuou em seu ministério de 1844 a 1915, nos EUA. Escreveu muitos livros, cartas e manuscritos orientadores para pessoas individualmente. Um destes, foi o desaconselhamento do matrimônio entre dois americanos: um jovem escuro e uma jovem branca. Disse ela:
“Somos uma irmandade... Devemos tratar as pessoas não brancas com o mesmíssimo respeito com que tratamos as brancas... Mas há uma objeção ao casamento de brancos com negros. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não tem o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitaria a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida. Por essa razão, caso não houvesse outras, não deveria haver casamentos entre brancos e negros.” - Manuscrito 7, 1896. Grifo meu.
Percebeu sua sinceridade? Ela apenas aconselhou! Como todos os seres humanos são livres e a decisão é pessoal, casaria quem desejasse, certo?
Não duvido que meus amados irmãos – branquinhos ou negrinhos do coração –, entendem este conselho dado numa situação especial dos EUA. Efetivamente, a sinceridade da irmã White amplia-se no Manuscrito 6, 1.891. Escute-a, com carinho:
“Quem quer que, da família humana, se entregue a Cristo, quem quer que ouça a verdade e lhe obedeça, torna-se filho da mesma família. Os ignorantes e os sábios, os ricos e os pobres, os gentios e os escravos, brancos e negros Jesus pagou o preço da aquisição de sua alma. Se nEle creem, a eles se aplica o sangue purificador. O nome do negro está escrito no livro da vida, junto do nome do branco. Todos são um em Cristo. O nascimento, a posição, nacionalidade ou cor não podem elevar nem degradar os homens...”.
Que clareza! Que sinceridade desta irmã tão difamada e condenada por alguns teólogos críticos desinformados! Disse mais ela:
“O Senhor considera com compaixão as criaturas por Ele criadas, não importa a que raça pertençam. Deus ‘de um só fez toda a raça humana para habitar sobre a face da Terra’. ... Falando a Seus discípulos disse o Salvador: ‘vós todos sois irmãos.’ Deus é nosso Pai comum, e cada um de nós é guarda de seu irmão.” – Review and Herald, 21/1/1896.
A irmã White, nunca foi racista. Lamentavelmente, ela tem se tornado mais do que isto para os inimigos de sua igreja, que contestam veementemente seu dom profético. Que pena!
“Quando a Sra. White não recomenda o casamento entre brancos e negros, não foi por um fator biológico, ou da incompatibilidade genética entre uma raça e outra, pois todas as raças vieram de Deus (Atos 17:26), mas por motivos sociais oriundos de uma sociedade que discriminava fortemente, dolorosamente os negros.
“Se lidas com atenção as declarações sobre o assunto, vão revelar que ela estava mais preocupada com os resultados e consequências sociais e emocionais sobre os filhos de um casamento assim, do que com o casamento entre si. Sua maior preocupação era com pressões que o casal e os filhos receberiam das pessoas que com eles conviviam e eram dadas ao racismo.” – Pr. Moisés Mattos, Perguntas Que eu Faria a EGW, pág. 41 – Editora Ados.
A irmã Ellen White, reconhecidamente, viveu numa época super conturbada que levou os EUA à guerra da secessão entre o sul e o norte, por causa do racismo.
“Ellen conviveu com este período, quando o preconceito entre brancos e negros foi elevado ao seu nível máximo. Portanto ela teve que ser muito equilibrada para não perder de vista a missão maior da igreja, que era pregar o evangelho a negros e brancos, ou seja: a todos.” – Idem, pág. 39.
Os Depositários do Patrimônio Literário White, informam:
“Repetidas declarações de sua pena acerca de relações étnicas indicam claramente que o conselho sobre o casamento inter-racial não é uma questão de desigualdade, mas essencialmente uma questão de conveniência ou inconveniência provenientes de circunstâncias e condições que podiam resultar em ‘conflito, confusão e amargura’... igualdade de todas as pessoas e da fraternidade do gênero humano, e sua firme crença nela.” – Meditação Matinal 1968, pág. 288.
A irmã White conhecia de sobejo esta e outras Escrituras: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” – Gálatas 3:28. (Atos 10:34; 17:26; Rom 10:12; Heb. 2:9).
Ouça ela confirmando o apóstolo Paulo e a Palavra de Deus:
“A religião da Bíblia não reconhece nenhuma casta ou cor. Ela não faz caso de posição social, riqueza, honra mundana. Deus avalia os homens como homens. Para Ele, o caráter decide seu valor. E devemos reconhecer o Espírito Santo em todo aquele em quem Ele é revelado.” – Testimonies, vol. 9, pág. 223.
“Deus não reconhece distinção alguma de nacionalidade, etnia ou classe social. É o criador de todo homem. Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio demolir toda parede de separação e abrir todos os compartimentos do tempo, a fim de que todos possam ter livre acesso a Deus.” - Parábolas de Jesus, pág. 386.
“Em nosso culto a Deus não haverá distinção entre ricos e pobres, brancos e negros. Todo preconceito se dissipará. Quando nos aproximamos de Deus, fá-lo-emos como uma só família.” – Meditação Matinal, 1968, pág. 288.
“Os muros do sectarismo, casta e raça desabarão quando o verdadeiro espírito missionário penetrar no coração dos homens. O preconceito é dissipado pelo amor de Deus.” – Review and Herald, 21/1/1986.
“Têm sido erigidos muros de separação entre brancos e negros. Esses muros de preconceito ruirão por si mesmo, como aconteceu com os muros de Jericó, quando os cristãos obedecerem à Palavra de Deus, a qual recomenda que tenham supremo amor a seu Criador e amor imparcial ao próximo.” – Review and Herald, 17/12/1895.
“Quando for derramado o Espírito Santo, haverá uma vitória da humanidade sobre o preconceito em buscar a salvação da alma de seres humanos. Deus dirigirá a mente das pessoas. Corações humanos amarão como Cristo amou. E a barreira racial será por muitos considerada de modo bem diferente da maneira pela qual é considerada presentemente. Amar como Cristo ama eleva a mente a uma atmosfera pura, celeste, altruísta.” – Testimonies, vol. 9, pág. 209.
Que clareza! Notável!
Tenho absoluta certeza, que todo leitor, movido por um sincero amor, verá que o conselho de Ellen G. White foi para um momento especial em que vivia seu país. E mais, certamente reconhecerá que ela nunca foi racista. Pelo contrário, sua pena exaltou a unidade racial no amor de Deus em Cristo Jesus. Aleluia!
Nunca esqueça: nós, os Adventistas
Do Sétimo Dia, amamos você!
Se desejar mais informações, procure-nos, sim!
Fonte: Lourenço Gonzalez www.ados.com.br
Ellen White - Falsa profetisa?
Jesus afirmou: “Porque surgirão... falsos profetas.” – Mat. 24:24. Evidente, se surgiriam “falsos profetas” é porque existiriam profetas verdadeiros. (Leia Joel 2:28; Atos 2:17-18; Apoc. 10:11 etc.).
Ouça o apóstolo Paulo: “... o que profetiza é maior que o que fala em línguas...” – I Cor. 14:5. E... por que este Dom é maior?
Paulo responde: “... o que profetiza edifica a Igreja.” – I Cor. 14:4.
O Dom de Profecia é indispensável à Igreja. Mas, como a Bíblia o define? Vamos ouvir o profeta João:
“E o dragão [Lúcifer] irou-se contra a mulher [igreja] e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.” – Apoc. 12:17.
O diabo não está irado contra estas igrejas comerciais rivais que disputam com unhas e dentes o “mercado” religioso, produzindo uma multiplicidade de outras que surgem da noite para o dia. Ao contrário, ele está iludindo-as com suas sutis manifestações. Sua ira é só contra uma igreja – aquela que guarda os Dez Mandamentos. E... por quê?
João esclarece: “...o testemunho de Jesus é o Espírito de Profecia.” – Apoc. 19:10. Meu amado, como negar que a Igreja que guarda os Dez Mandamentos teria o Dom de Profecia? Como negar que são os Dez mandamentos e o Dom de Profecia que suscitam este declarado ódio de Lúcifer?
O Dom de Profecia, reitero com emoção, é indispensável à Igreja. Mas, como reconhecer um profeta? A Bíblia esclarece, ouça:
“...fala Balaão... fala o homem de olhos abertos; fala aquele que ouviu os ditos de Deus, o que vê a visão do Todo-Poderoso, caindo em êxtase de olhos abertos.” – Núm. 24:3-4.
“... por causa da visão sobrevieram dores e não ficou força alguma... e não ficou em mim fôlego.” – Daniel 10:16-17,19. (Leia II Cor. 12:2-4).
Estas são 4 provas de autenticidade do profeta verdadeiro: olhos abertos – ausência de fôlego (êxtase) – falta de força natural e, em seguida força sobrenatural.
A jovem Ellen Gold Harmon 17 anos, passou por estas provas e...
Foi aprovada ou não? Me falta espaço, mas...
O “Dr. Drummond era um médico que se dizia cético acerca do que ouvia sobre Ellen White. A certa altura, ele chegou a declarar que era capaz de hipnotizá-la e assim dar-lhe uma visão. Um dia, Ellen White teve uma visão na presença de Drummond. Ele aproximou-se dela e verificou sua condição física. Em poucos segundos, ele empalideceu. ‘Ela não está respirando!’, exclamou. Aquele exame convenceu o médico de que suas visões vinham de Deus.
“Às vezes, as visões de Ellen White duravam horas. Outras vezes, apenas poucos minutos. Mas os fenômenos físicos em torno de suas visões evidenciavam que elas eram sobrenaturais.” – MM 28/12/2006.
Em 1845, Sargent e Robbins diziam que as visões de Ellen eram do diabo, e que onde eles estivessem ela não teria nenhuma visão. Então Otis Nichols, convidou-os e a Ellen para uma reunião.
Naquela reunião Ellen “foi arrebatada em visão com extraordinárias manifestações, e continuou falando em visão com uma voz penetrante, que podia ser entendida distintamente por todos os presentes, até perto do pôr-do-sol [cerca de quatro horas].” – Mensageira do Senhor, Herbert E. Douglas, p. 146. Este foi o maior tempo que ela passou em visão.
Sargent e Robbins usaram toda sua força e influência para acabar com a visão, tudo inútil. Cantaram alto e alternadamente; gritaram, leram a Bíblia para que Ellen não fosse ouvida. Nada conseguiram até que ficaram sem forças, mãos trêmulas e não podiam mais ler a Bíblia.
O Sr. Thayer, dono da casa onde se processava a reunião, pegou a Bíblia da família (cerca de 8kg), e colocou sobre o peito de Ellen que “estava inclinada contra a parede”. Ela levantou-se, pegou a pesada Bíblia, caminhou até o centro da sala, levantou-a bem alto com uma das mãos, e com a outra colocava o dedo sobre diversos textos e o recitava sem olhar, pois seus olhos estavam voltados para o alto.
“Muitos que estavam na sala e que viram as passagens indicadas pelo dedo dela perceberam que ela os citava corretamente, ainda que seus olhos fitassem o alto.” – Ibidem.
Ellen nunca se intitulou profetiza, conquanto sua obra a revela como tal. Tendo não mais que o 3o ano primário, escreveu mais de 50 livros, dos quais compêndios sobre Saúde e Educação não superados até hoje.
No século passado, a Dra. Florence Stratemeyer, professora da Universidade Colúmbia (EUA), surpreendida ao saber que o livro Educação foi escrito por alguém que possuía apenas três anos escolares, declarou:
“Recentemente tive minha atenção voltada para o livro Educação, escrito por E.G.White. Publicado no início deste século, este volume está adiantado mais de 50 anos além do seu tempo...
“O fôlego e a profundidade de sua filosofia me assombraram. Seus conceitos de educação equilibrada, de harmonioso desenvolvimento, e de pensar e agir, em princípios, são avançados conceitos de educação...” – Review and Herald, 6/8/1959.
No século XX, a rainha da Romênia, se encantou tanto com o livro de Ellen White – A Ciência do Bom Viver, que mandou traduzí-lo para seu idioma nacional e difundir entre seu povo.
Seu livro O Desejado de Todas as Nações, foi considerado por W.E.Bement, bibliotecário do Congresso Nacional dos EUA, como o 1o entre os livros publicados nos últimos 300 anos, a respeito de Jesus.
Ellen White viveu 88 anos, dos quais 71 foram dedicados à obra de Deus. Teve cerca de 2.000 sonhos e visões, todos confirmados, comprovados e documentados por testemunhas não adventistas.
EIS 4 ENTRE CENTENAS DE
CUMPRIMENTO PROFÉTICO DELA
Novembro de 1848: “Tenho uma mensagem para ti” escreveu ela ao esposo Tiago White. “Deves começar a publicar um pequeno jornal e mandá-lo ao povo. Que seja pequeno a princípio; mas, lendo-o o povo, mandar-te-á meios com que imprimi-lo, e alcançará bom êxito desde o princípio. Desde este pequeno começo foi-me mostrado assemelhar-se a torrentes de luz que circundavam o mundo.” – Vida e Ensinos, pág. 127.
Hoje, 57 editoras Adventistas ao redor do mundo cumprem esta profecia de forma clara. Só nos EUA uma revista missionária, colorida e com 32 páginas circula a razão de um milhão por mês.
Junho de 1863: “Vi que era sagrado dever cuidar de nossa saúde e despertar outros para sua responsabilidade... Vi que não devemos ficar calados sobre o assunto de saúde, mas despertar as mentes para ele.” – Manuscrito 1, l863.
Hoje, 581 unidades médico-hospitalares circundam o mundo. Só no Brasil, 11 grandes hospitais fazem a diferença na área médica. Num deles, o Hospital Adventista Silvestre (RJ), se deu o primeiro transplante de pâncreas do mundo. E o Hospital Adventista de Loma Linda na Califórnia (EUA), é onde especialistas de todo mundo realizam pesquisas científicas, para as mais intrincadas cirurgias do corpo humano.
Novembro de 1872: “Construí uma escola. Ensinai a Bíblia aos jovens. Preparai-os para que falem outras línguas, de maneira que a mensagem do advento possa ser levada ao mundo.” – Mensagens aos Jovens, 225.
Hoje, excetuando-se a Igreja Católica Romana, são os Adventistas que mantém o maior complexo de escolas particulares do mundo. A revista Veja de 12/08/2007 afirmou: “As Escolas Adventistas já aparecem entre as melhores do país nos rankings do ensino do MEC.”
Profetizado em 1885: “Deus fará logo grandes coisas por nós, se nos achegarmos humildes a Seus pés... Mais de um milhar serão logo convertidos em um dia, a maioria dos quais atribuirá suas primeiras convicções à leitura de nossas publicações.” – Colp. Evang., pág. 145.
Em 1983, (98 anos depois desta profecia), eu vi seu cumprimento em um grande Congresso de Colportagem no RJ. Levei três pessoas para se batizarem. Duas delas, frutos de conversão pela leitura dos livros de Ellen White: Vida de Jesus e Conflito dos Séculos.
E, em 1985 (cem anos depois da profecia), numa campanha evangelística mundial denominada Mil Dias de Colheita, isto é: ganhar 1.000 pessoas por dia, a cada dia para Cristo, o alvo foi ultrapassado em 171.390 almas. Naqueles Mil Dias foram ganhas 1.171.390 pessoas para Jesus.
Ao nosso Deus toda honra e glória! Aleluia!
Amados, se desejar maiores informações, procure-nos. Não esqueça, nós os Adventistas do Sétimo Dia amamos você, desde 1863 quando surgimos neste mundo.
Fonte: www.ados.com.br
Ouça o apóstolo Paulo: “... o que profetiza é maior que o que fala em línguas...” – I Cor. 14:5. E... por que este Dom é maior?
Paulo responde: “... o que profetiza edifica a Igreja.” – I Cor. 14:4.
O Dom de Profecia é indispensável à Igreja. Mas, como a Bíblia o define? Vamos ouvir o profeta João:
“E o dragão [Lúcifer] irou-se contra a mulher [igreja] e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.” – Apoc. 12:17.
O diabo não está irado contra estas igrejas comerciais rivais que disputam com unhas e dentes o “mercado” religioso, produzindo uma multiplicidade de outras que surgem da noite para o dia. Ao contrário, ele está iludindo-as com suas sutis manifestações. Sua ira é só contra uma igreja – aquela que guarda os Dez Mandamentos. E... por quê?
João esclarece: “...o testemunho de Jesus é o Espírito de Profecia.” – Apoc. 19:10. Meu amado, como negar que a Igreja que guarda os Dez Mandamentos teria o Dom de Profecia? Como negar que são os Dez mandamentos e o Dom de Profecia que suscitam este declarado ódio de Lúcifer?
O Dom de Profecia, reitero com emoção, é indispensável à Igreja. Mas, como reconhecer um profeta? A Bíblia esclarece, ouça:
“...fala Balaão... fala o homem de olhos abertos; fala aquele que ouviu os ditos de Deus, o que vê a visão do Todo-Poderoso, caindo em êxtase de olhos abertos.” – Núm. 24:3-4.
“... por causa da visão sobrevieram dores e não ficou força alguma... e não ficou em mim fôlego.” – Daniel 10:16-17,19. (Leia II Cor. 12:2-4).
Estas são 4 provas de autenticidade do profeta verdadeiro: olhos abertos – ausência de fôlego (êxtase) – falta de força natural e, em seguida força sobrenatural.
A jovem Ellen Gold Harmon 17 anos, passou por estas provas e...
Foi aprovada ou não? Me falta espaço, mas...
O “Dr. Drummond era um médico que se dizia cético acerca do que ouvia sobre Ellen White. A certa altura, ele chegou a declarar que era capaz de hipnotizá-la e assim dar-lhe uma visão. Um dia, Ellen White teve uma visão na presença de Drummond. Ele aproximou-se dela e verificou sua condição física. Em poucos segundos, ele empalideceu. ‘Ela não está respirando!’, exclamou. Aquele exame convenceu o médico de que suas visões vinham de Deus.
“Às vezes, as visões de Ellen White duravam horas. Outras vezes, apenas poucos minutos. Mas os fenômenos físicos em torno de suas visões evidenciavam que elas eram sobrenaturais.” – MM 28/12/2006.
Em 1845, Sargent e Robbins diziam que as visões de Ellen eram do diabo, e que onde eles estivessem ela não teria nenhuma visão. Então Otis Nichols, convidou-os e a Ellen para uma reunião.
Naquela reunião Ellen “foi arrebatada em visão com extraordinárias manifestações, e continuou falando em visão com uma voz penetrante, que podia ser entendida distintamente por todos os presentes, até perto do pôr-do-sol [cerca de quatro horas].” – Mensageira do Senhor, Herbert E. Douglas, p. 146. Este foi o maior tempo que ela passou em visão.
Sargent e Robbins usaram toda sua força e influência para acabar com a visão, tudo inútil. Cantaram alto e alternadamente; gritaram, leram a Bíblia para que Ellen não fosse ouvida. Nada conseguiram até que ficaram sem forças, mãos trêmulas e não podiam mais ler a Bíblia.
O Sr. Thayer, dono da casa onde se processava a reunião, pegou a Bíblia da família (cerca de 8kg), e colocou sobre o peito de Ellen que “estava inclinada contra a parede”. Ela levantou-se, pegou a pesada Bíblia, caminhou até o centro da sala, levantou-a bem alto com uma das mãos, e com a outra colocava o dedo sobre diversos textos e o recitava sem olhar, pois seus olhos estavam voltados para o alto.
“Muitos que estavam na sala e que viram as passagens indicadas pelo dedo dela perceberam que ela os citava corretamente, ainda que seus olhos fitassem o alto.” – Ibidem.
Ellen nunca se intitulou profetiza, conquanto sua obra a revela como tal. Tendo não mais que o 3o ano primário, escreveu mais de 50 livros, dos quais compêndios sobre Saúde e Educação não superados até hoje.
No século passado, a Dra. Florence Stratemeyer, professora da Universidade Colúmbia (EUA), surpreendida ao saber que o livro Educação foi escrito por alguém que possuía apenas três anos escolares, declarou:
“Recentemente tive minha atenção voltada para o livro Educação, escrito por E.G.White. Publicado no início deste século, este volume está adiantado mais de 50 anos além do seu tempo...
“O fôlego e a profundidade de sua filosofia me assombraram. Seus conceitos de educação equilibrada, de harmonioso desenvolvimento, e de pensar e agir, em princípios, são avançados conceitos de educação...” – Review and Herald, 6/8/1959.
No século XX, a rainha da Romênia, se encantou tanto com o livro de Ellen White – A Ciência do Bom Viver, que mandou traduzí-lo para seu idioma nacional e difundir entre seu povo.
Seu livro O Desejado de Todas as Nações, foi considerado por W.E.Bement, bibliotecário do Congresso Nacional dos EUA, como o 1o entre os livros publicados nos últimos 300 anos, a respeito de Jesus.
Ellen White viveu 88 anos, dos quais 71 foram dedicados à obra de Deus. Teve cerca de 2.000 sonhos e visões, todos confirmados, comprovados e documentados por testemunhas não adventistas.
EIS 4 ENTRE CENTENAS DE
CUMPRIMENTO PROFÉTICO DELA
Novembro de 1848: “Tenho uma mensagem para ti” escreveu ela ao esposo Tiago White. “Deves começar a publicar um pequeno jornal e mandá-lo ao povo. Que seja pequeno a princípio; mas, lendo-o o povo, mandar-te-á meios com que imprimi-lo, e alcançará bom êxito desde o princípio. Desde este pequeno começo foi-me mostrado assemelhar-se a torrentes de luz que circundavam o mundo.” – Vida e Ensinos, pág. 127.
Hoje, 57 editoras Adventistas ao redor do mundo cumprem esta profecia de forma clara. Só nos EUA uma revista missionária, colorida e com 32 páginas circula a razão de um milhão por mês.
Junho de 1863: “Vi que era sagrado dever cuidar de nossa saúde e despertar outros para sua responsabilidade... Vi que não devemos ficar calados sobre o assunto de saúde, mas despertar as mentes para ele.” – Manuscrito 1, l863.
Hoje, 581 unidades médico-hospitalares circundam o mundo. Só no Brasil, 11 grandes hospitais fazem a diferença na área médica. Num deles, o Hospital Adventista Silvestre (RJ), se deu o primeiro transplante de pâncreas do mundo. E o Hospital Adventista de Loma Linda na Califórnia (EUA), é onde especialistas de todo mundo realizam pesquisas científicas, para as mais intrincadas cirurgias do corpo humano.
Novembro de 1872: “Construí uma escola. Ensinai a Bíblia aos jovens. Preparai-os para que falem outras línguas, de maneira que a mensagem do advento possa ser levada ao mundo.” – Mensagens aos Jovens, 225.
Hoje, excetuando-se a Igreja Católica Romana, são os Adventistas que mantém o maior complexo de escolas particulares do mundo. A revista Veja de 12/08/2007 afirmou: “As Escolas Adventistas já aparecem entre as melhores do país nos rankings do ensino do MEC.”
Profetizado em 1885: “Deus fará logo grandes coisas por nós, se nos achegarmos humildes a Seus pés... Mais de um milhar serão logo convertidos em um dia, a maioria dos quais atribuirá suas primeiras convicções à leitura de nossas publicações.” – Colp. Evang., pág. 145.
Em 1983, (98 anos depois desta profecia), eu vi seu cumprimento em um grande Congresso de Colportagem no RJ. Levei três pessoas para se batizarem. Duas delas, frutos de conversão pela leitura dos livros de Ellen White: Vida de Jesus e Conflito dos Séculos.
E, em 1985 (cem anos depois da profecia), numa campanha evangelística mundial denominada Mil Dias de Colheita, isto é: ganhar 1.000 pessoas por dia, a cada dia para Cristo, o alvo foi ultrapassado em 171.390 almas. Naqueles Mil Dias foram ganhas 1.171.390 pessoas para Jesus.
Ao nosso Deus toda honra e glória! Aleluia!
Amados, se desejar maiores informações, procure-nos. Não esqueça, nós os Adventistas do Sétimo Dia amamos você, desde 1863 quando surgimos neste mundo.
Fonte: www.ados.com.br
Daniel 8
“E Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” – Daniel 8:14
O dia como Deus o criou é composto de duas partes: tarde (escura) e manhã (clara) – Gên.1:5,8,13,19,23,31. Então, se são duas mil e trezentas tardes e manhãs, evidentemente – são 2.300 dias. Correto!
No estudo das profecias, Deus estabeleceu parâmetros que, pela singeleza, clareza e simplicidade dos mesmos é impossível recusá-los. Exemplo: águas (mar ou rio), simboliza povos e nações (Apoc. 17:15). Vento, simboliza guerras (Jer. 51:1; 23:19; 20:5; 27:21-22; II Reis 20:17-18; II Cro. 36:10). Animais, significa reinos (Daniel 7:4, 5, 6, 7, 17).
E dias representam anos. Números 14:34: “Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano...”
O período de 2.300 dias é uma profecia, ele confirma o princípio dia/ano bíblico, e a História Geral e Eclesiástica o consolida com seu cumprimento histórico na vida de Jesus. Veja a clareza:
Daniel 9:24-25: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e trazer justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas, as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos trabalhosos.”
Estas setenta semanas foram inseridas neste período profético de 2.300 anos, como a última oportunidade divina à nação de Israel. Um tempo e Graça para Seu desobediente povo. E quando começariam as setenta semanas? Daniel diz que seria quando fosse ordenada a reconstrução de Jerusalém que fora destruída por Nabucodonosor, rei de Babilônia.
Os monarcas Persas proclamaram três decretos para reconstruir Jerusalém. O primeiro foi Ciro (536 a.C. Esdras 1) Iniciada a obra, os inimigos impediram. Parou tudo. O segundo foi Dario (519 a.C. Esdras 6) e, novamente a obra foi interrompida. O terceiro foi Artaxerxes (457 a.C. Esdras 7).
Com o decreto de Artaxerxes a obra foi concluída. Os muros, a cidade, as casas, o templo e até o governo civil dos judeus foi restabelecido com a vigência de suas leis. Este decreto fez tudo cem por cento, portanto ele define com clareza o início das setenta semanas. Confira:
O maravilhoso é que, destas setenta semanas, as primeiras 69 levariam até Jesus, isto é: o “Santo dos santos” seria ungido (batizado), confirmando assim que Jesus é o Messias. Observe:
Pois bem, a profecia diz que, após as 69 semanas, Jesus seria ungido (batizado). Então façamos esta conta:
Ué? Mas... Jesus foi batizado no ano 27 d.C.!!! Falhou a profecia? Claro que não! o Espírito Santo nunca erra. Bem, vamos ver como o calendário funcionou na história. Antes de Cristo os anos eram decrescentes, e depois de Cristo passou a ser crescentes.
O calendário seguiu esta ordem, veja: 2 a.C., 1 a.C., 1 d.C., 2 d.C.. Cadê o ano zero? Não existe. Assim sendo, acrescentado o ano zero que falta, 483 anos se estenderia até ao ano 27 d.C. em vez de 26, correto?
Por outro lado, contando-se 483 anos completos desde o 1o dia de 457 a.C., nos levará ao último dia de 26 d.C. Como o decreto entrou em vigor cinco meses após (Esdras 7:8), temos que acrescentá-los ao último dia de 26 d.C. (Ex: ano 26 completo + 5 meses = ano 27). Certíssima a profecia.
Falta Uma Semana Para Completar as Setenta
Daniel 9: 26-27: “E depois das sessenta e duas semanas será tirado o Messias, e não será mais:... E Ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares...”
Jesus foi batizado nas águas e pelo Espírito Santo (Mateus 3:16; Atos 10:38) no ano 27. No ano 31, exatamente na metade da semana profética, como exige a profecia, Ele foi crucificado. Que clareza, não é?
No ano 34, término da última semana profética, Estevão foi morto a pedradas (Atos 7:54-60), e os discípulos expulsos de Jerusalém. Neste ano 34, encerrou-se o período de Graça (setenta semanas proféticas: 70x7=490 anos) concedidos por Deus para que Seu povo se convertesse e se tornasse luz para os povos.
A Purificação do Santuário ao Final dos 2.300 Anos
Guilherme Miller, membro da Igreja Batista nos EUA, foi quem definiu estes números em 1818, absolutamente corretos.
Como o Santuário Terrestre foi destruído em 70 d.C. por Roma, surgiu entre os cristãos a crença de que a Terra era o santuário. Portanto, Miller concluiu que o santuário (Terra) seria purificado pelo fogo com a vinda de Jesus.
Muitos sinais precursores da vinda de Jesus a partir do terremoto de Lisboa em 1755, com o escurecimento do sol nos EUA em 19/5/1780, a queda da estrelas cadentes também na América em 12/11/1833, fizeram Miller convencer-se de que Jesus voltaria em 22/10/1844.
A profecia de Daniel 8:14, matematicamente é infalível. Cronologicamente, nas minúcias e detalhes é perfeita. Os mileritas, lamentavelmente, se equivocaram apenas quanto ao acontecimento a ocorrer em 1844.
Não era a volta de Jesus, ao final dos 2.300 anos, mas, Jesus saindo do Lugar Santo do Santuário Celestial, para o Lugar Santíssimo, a fim de proceder o Juízo Investigativo. A purificação foi do Santuário Espiritual.
Se desejar mais subsídios, procure-nos, sim!
Fonte: Mensagem Folheto: www.ados.com.br
O dia como Deus o criou é composto de duas partes: tarde (escura) e manhã (clara) – Gên.1:5,8,13,19,23,31. Então, se são duas mil e trezentas tardes e manhãs, evidentemente – são 2.300 dias. Correto!
No estudo das profecias, Deus estabeleceu parâmetros que, pela singeleza, clareza e simplicidade dos mesmos é impossível recusá-los. Exemplo: águas (mar ou rio), simboliza povos e nações (Apoc. 17:15). Vento, simboliza guerras (Jer. 51:1; 23:19; 20:5; 27:21-22; II Reis 20:17-18; II Cro. 36:10). Animais, significa reinos (Daniel 7:4, 5, 6, 7, 17).
E dias representam anos. Números 14:34: “Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano...”
O período de 2.300 dias é uma profecia, ele confirma o princípio dia/ano bíblico, e a História Geral e Eclesiástica o consolida com seu cumprimento histórico na vida de Jesus. Veja a clareza:
Daniel 9:24-25: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e trazer justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas, as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos trabalhosos.”
Estas setenta semanas foram inseridas neste período profético de 2.300 anos, como a última oportunidade divina à nação de Israel. Um tempo e Graça para Seu desobediente povo. E quando começariam as setenta semanas? Daniel diz que seria quando fosse ordenada a reconstrução de Jerusalém que fora destruída por Nabucodonosor, rei de Babilônia.
Os monarcas Persas proclamaram três decretos para reconstruir Jerusalém. O primeiro foi Ciro (536 a.C. Esdras 1) Iniciada a obra, os inimigos impediram. Parou tudo. O segundo foi Dario (519 a.C. Esdras 6) e, novamente a obra foi interrompida. O terceiro foi Artaxerxes (457 a.C. Esdras 7).
Com o decreto de Artaxerxes a obra foi concluída. Os muros, a cidade, as casas, o templo e até o governo civil dos judeus foi restabelecido com a vigência de suas leis. Este decreto fez tudo cem por cento, portanto ele define com clareza o início das setenta semanas. Confira:
O maravilhoso é que, destas setenta semanas, as primeiras 69 levariam até Jesus, isto é: o “Santo dos santos” seria ungido (batizado), confirmando assim que Jesus é o Messias. Observe:
Pois bem, a profecia diz que, após as 69 semanas, Jesus seria ungido (batizado). Então façamos esta conta:
Ué? Mas... Jesus foi batizado no ano 27 d.C.!!! Falhou a profecia? Claro que não! o Espírito Santo nunca erra. Bem, vamos ver como o calendário funcionou na história. Antes de Cristo os anos eram decrescentes, e depois de Cristo passou a ser crescentes.
O calendário seguiu esta ordem, veja: 2 a.C., 1 a.C., 1 d.C., 2 d.C.. Cadê o ano zero? Não existe. Assim sendo, acrescentado o ano zero que falta, 483 anos se estenderia até ao ano 27 d.C. em vez de 26, correto?
Por outro lado, contando-se 483 anos completos desde o 1o dia de 457 a.C., nos levará ao último dia de 26 d.C. Como o decreto entrou em vigor cinco meses após (Esdras 7:8), temos que acrescentá-los ao último dia de 26 d.C. (Ex: ano 26 completo + 5 meses = ano 27). Certíssima a profecia.
Falta Uma Semana Para Completar as Setenta
Daniel 9: 26-27: “E depois das sessenta e duas semanas será tirado o Messias, e não será mais:... E Ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares...”
Jesus foi batizado nas águas e pelo Espírito Santo (Mateus 3:16; Atos 10:38) no ano 27. No ano 31, exatamente na metade da semana profética, como exige a profecia, Ele foi crucificado. Que clareza, não é?
No ano 34, término da última semana profética, Estevão foi morto a pedradas (Atos 7:54-60), e os discípulos expulsos de Jerusalém. Neste ano 34, encerrou-se o período de Graça (setenta semanas proféticas: 70x7=490 anos) concedidos por Deus para que Seu povo se convertesse e se tornasse luz para os povos.
A Purificação do Santuário ao Final dos 2.300 Anos
Guilherme Miller, membro da Igreja Batista nos EUA, foi quem definiu estes números em 1818, absolutamente corretos.
Como o Santuário Terrestre foi destruído em 70 d.C. por Roma, surgiu entre os cristãos a crença de que a Terra era o santuário. Portanto, Miller concluiu que o santuário (Terra) seria purificado pelo fogo com a vinda de Jesus.
Muitos sinais precursores da vinda de Jesus a partir do terremoto de Lisboa em 1755, com o escurecimento do sol nos EUA em 19/5/1780, a queda da estrelas cadentes também na América em 12/11/1833, fizeram Miller convencer-se de que Jesus voltaria em 22/10/1844.
A profecia de Daniel 8:14, matematicamente é infalível. Cronologicamente, nas minúcias e detalhes é perfeita. Os mileritas, lamentavelmente, se equivocaram apenas quanto ao acontecimento a ocorrer em 1844.
Não era a volta de Jesus, ao final dos 2.300 anos, mas, Jesus saindo do Lugar Santo do Santuário Celestial, para o Lugar Santíssimo, a fim de proceder o Juízo Investigativo. A purificação foi do Santuário Espiritual.
Se desejar mais subsídios, procure-nos, sim!
Fonte: Mensagem Folheto: www.ados.com.br
Daniel 7
O profeta define este numerário complexo de forma clara, observe:
3.1/2 tempos são 3.1/2 anos. Daniel 11:13 “Porque o rei do norte tornará... e ao fim dos tempos, isto é, de anos...”
Para confirmar a palavra de Seu querido profeta, Deus desmembra esta profecia com detalhes e minúcias, veja:
3.1/2 anos são 42 meses. Apoc. 13:5 “E foi-lhe dada uma boca, para proferir... blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.”
42 meses são 1.260 dias. Apoc. 11:3 “E darei poder às Minhas testemunhas [Velho e Novo Testamentos] e profetizarão por 1.260 dias...” Apoc. 12:6 “E a mulher [igreja] fugiu para o deserto [“uma área ou condição em que a igreja estaria num lugar de obscuridade”] , onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada [poder dado por Deus aos cristãos perseguidos na Inquisição] durante 1.260 dias.”
Então, na matemática divina, o mês tem 30 dias e o ano 360 dias. Confirme:
Este período profético de 1.260 dias confirma, sem dúvidas, o princípio dia/ano bíblico. Veja:
Gênesis 5:14: – “E foram todos os dias de Cainã 910 anos e morreu.”
Gênesis 5:23: – “E foram todos os dias de Enoque 360 anos e morreu.”
Gênesis 9:29: – “E foram todos os dias de Noé 950 anos e morreu.”
Obs.: Percebeu a ligação nas palavras dia e ano? Dias e anos estavam intimamente ligados na mente dos hebreus. Observe mais:
Lucas 4:25: “... nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses...” Tiago 5:17: “Elias era homem sujeito as mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra.”
Três anos e seis meses são 1.260 dias. Xi! Complicou? Claro que não! Nunca esqueça: O princípio dia/ano só se aplica à profecia, correto.
Portanto, como Daniel 7:25 trata de uma profecia, temos que aplicar este princípio. Então, não há dúvidas, o poder que Daniel profetizou faria um estrago no cristianismo, atuaria durante 1.260 anos. Eis o que ele fez:
1º “Proferirás palavras contra o Altíssimo.”
“Ocupamos na Terra o lugar de Deus Todo Poderoso.” – Papa Leão XIII, Encyclical Letter, Junio 20, 1894, The Encyclical Letters of Leo XII, pág. 304, citado em Daniel, Pr. Edwin R. Thiele, pág. 51.
2º “Destruirá os santos do Altíssimo.”
“...por guerras, cruzadas, massacres, inquisições e perseguições de toda sorte... as cruzadas exterminadoras contra os Valdenses e Albigenses. No martírio de João Huss e Jerônimo de Praga. Nas fogueiras em Smithfield, na Inglaterra!...” – Dodd – Clarke’s Commentary, vol. IV.
3º “Mudará os tempos.”
O dia como Deus o criou é composto de duas partes: escura e clara (Gên.1:1-5). O dia começa ao pôr do sol e termina no pôr do sol seguinte. Esta é a maneira de Deus definir o período de 24h que é um dia, e não de l/2 noite a 1/2 noite.
4º “...mudará a Lei.”
O Imperador Constantino, no dia 07/03/321 d.C., decretou o seguinte: “Que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol; aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados de sua lavoura, visto suceder freqüentemente não haver dia mais adequado à semeadura e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo Céu.” – Corpus Juris Civillis Cord. Liv.3, Tit. 12.3.
No Concílio de Laodicéia, no ano 364 d.C., a Igreja Romana transferiu definitivamente a solenidade do sábado para o domingo: “Os cristãos não devem judaizar [guardar o sábado], ou estar ociosos no sábado, mas trabalhando nesse dia. O dia do Senhor (domingo), entretanto, honrarão especialmente, e como cristãos não devem, se possível, fazer qualquer trabalho nele. Se, porém, forem apanhados judaizando, serão separados de Cristo.” – Cânon 29 do Concílio de Laodicéia.
Ao consultar a História Eclesiástica, o princípio dia/ano se encaixa como luva no cumprimento dos eventos descritos em Daniel 7:25. Confirme:
No ano 533 d.C., o Papa foi declarado cabeça de todas as religiões e corretor de hereges, através de decreto do Imperador bizantino Justiniano.
No ano 538 d.C., foi expulso de Roma o último opositor do papado – os ostrogodos. Com esta queda confirmou-se o decreto do Imperador e desenvolveu-se notadamente a supremacia papal. Virgílio, bispo de Roma torna-se o primeiro Papa com jurisdição temporal. Começa a “destruição dos santos do Altíssimo.”
Em 1798 d.C., após os 1.260 anos da grande perseguição desencadeada pela Igreja Romana aos cristãos que recusaram seus dogmas, o general Berthier por ordem de Napoleão Bonaparte, invadiu Roma, declarou encerrado o governo político do papado, e levou preso o Papa Pio VI para a França, onde faleceu na cidade de Valença um ano depois, com 81 anos em 29/8/1799.
Nove Papas sucessores de Pio VI se auto recluíram em cativeiro, negando-se a aparecer em público até que lhes devolvessem os poderes temporais. O papado voltou oficial e definitivamente em 11/02/1929 quando, “através do tratado de Latrão, ficava estabelecido o Estado do Vaticano, e concedia-se à Igreja, através da concordata italiana, plenos direitos de cooperação e participação na vida militar, social e na educação.” – Dr. José Carlos Ramos.
Confira no gráfico abaixo a clareza do princípio dia/ano bíblico, no cumprimento profético de Daniel 7.
Fonte: Mensagem Folheto: www.ados.com.br
3.1/2 tempos são 3.1/2 anos. Daniel 11:13 “Porque o rei do norte tornará... e ao fim dos tempos, isto é, de anos...”
Para confirmar a palavra de Seu querido profeta, Deus desmembra esta profecia com detalhes e minúcias, veja:
3.1/2 anos são 42 meses. Apoc. 13:5 “E foi-lhe dada uma boca, para proferir... blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.”
42 meses são 1.260 dias. Apoc. 11:3 “E darei poder às Minhas testemunhas [Velho e Novo Testamentos] e profetizarão por 1.260 dias...” Apoc. 12:6 “E a mulher [igreja] fugiu para o deserto [“uma área ou condição em que a igreja estaria num lugar de obscuridade”] , onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada [poder dado por Deus aos cristãos perseguidos na Inquisição] durante 1.260 dias.”
Então, na matemática divina, o mês tem 30 dias e o ano 360 dias. Confirme:
Este período profético de 1.260 dias confirma, sem dúvidas, o princípio dia/ano bíblico. Veja:
Gênesis 5:14: – “E foram todos os dias de Cainã 910 anos e morreu.”
Gênesis 5:23: – “E foram todos os dias de Enoque 360 anos e morreu.”
Gênesis 9:29: – “E foram todos os dias de Noé 950 anos e morreu.”
Obs.: Percebeu a ligação nas palavras dia e ano? Dias e anos estavam intimamente ligados na mente dos hebreus. Observe mais:
Lucas 4:25: “... nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses...” Tiago 5:17: “Elias era homem sujeito as mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra.”
Três anos e seis meses são 1.260 dias. Xi! Complicou? Claro que não! Nunca esqueça: O princípio dia/ano só se aplica à profecia, correto.
Portanto, como Daniel 7:25 trata de uma profecia, temos que aplicar este princípio. Então, não há dúvidas, o poder que Daniel profetizou faria um estrago no cristianismo, atuaria durante 1.260 anos. Eis o que ele fez:
1º “Proferirás palavras contra o Altíssimo.”
“Ocupamos na Terra o lugar de Deus Todo Poderoso.” – Papa Leão XIII, Encyclical Letter, Junio 20, 1894, The Encyclical Letters of Leo XII, pág. 304, citado em Daniel, Pr. Edwin R. Thiele, pág. 51.
2º “Destruirá os santos do Altíssimo.”
“...por guerras, cruzadas, massacres, inquisições e perseguições de toda sorte... as cruzadas exterminadoras contra os Valdenses e Albigenses. No martírio de João Huss e Jerônimo de Praga. Nas fogueiras em Smithfield, na Inglaterra!...” – Dodd – Clarke’s Commentary, vol. IV.
3º “Mudará os tempos.”
O dia como Deus o criou é composto de duas partes: escura e clara (Gên.1:1-5). O dia começa ao pôr do sol e termina no pôr do sol seguinte. Esta é a maneira de Deus definir o período de 24h que é um dia, e não de l/2 noite a 1/2 noite.
4º “...mudará a Lei.”
O Imperador Constantino, no dia 07/03/321 d.C., decretou o seguinte: “Que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol; aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados de sua lavoura, visto suceder freqüentemente não haver dia mais adequado à semeadura e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo Céu.” – Corpus Juris Civillis Cord. Liv.3, Tit. 12.3.
No Concílio de Laodicéia, no ano 364 d.C., a Igreja Romana transferiu definitivamente a solenidade do sábado para o domingo: “Os cristãos não devem judaizar [guardar o sábado], ou estar ociosos no sábado, mas trabalhando nesse dia. O dia do Senhor (domingo), entretanto, honrarão especialmente, e como cristãos não devem, se possível, fazer qualquer trabalho nele. Se, porém, forem apanhados judaizando, serão separados de Cristo.” – Cânon 29 do Concílio de Laodicéia.
Ao consultar a História Eclesiástica, o princípio dia/ano se encaixa como luva no cumprimento dos eventos descritos em Daniel 7:25. Confirme:
No ano 533 d.C., o Papa foi declarado cabeça de todas as religiões e corretor de hereges, através de decreto do Imperador bizantino Justiniano.
No ano 538 d.C., foi expulso de Roma o último opositor do papado – os ostrogodos. Com esta queda confirmou-se o decreto do Imperador e desenvolveu-se notadamente a supremacia papal. Virgílio, bispo de Roma torna-se o primeiro Papa com jurisdição temporal. Começa a “destruição dos santos do Altíssimo.”
Em 1798 d.C., após os 1.260 anos da grande perseguição desencadeada pela Igreja Romana aos cristãos que recusaram seus dogmas, o general Berthier por ordem de Napoleão Bonaparte, invadiu Roma, declarou encerrado o governo político do papado, e levou preso o Papa Pio VI para a França, onde faleceu na cidade de Valença um ano depois, com 81 anos em 29/8/1799.
Nove Papas sucessores de Pio VI se auto recluíram em cativeiro, negando-se a aparecer em público até que lhes devolvessem os poderes temporais. O papado voltou oficial e definitivamente em 11/02/1929 quando, “através do tratado de Latrão, ficava estabelecido o Estado do Vaticano, e concedia-se à Igreja, através da concordata italiana, plenos direitos de cooperação e participação na vida militar, social e na educação.” – Dr. José Carlos Ramos.
Confira no gráfico abaixo a clareza do princípio dia/ano bíblico, no cumprimento profético de Daniel 7.
Fonte: Mensagem Folheto: www.ados.com.br
Daniel 2
Nabucodonosor, rei de Babilônia, o primeiro Império Mundial, teve um sonho e o esqueceu (v.1).
Preocupado e curioso, determinou que seus magos, astrólogos e advinhos revelassem o sonho sob pena de morte (v.2).
Estes responderam que nenhum mortal poderia saber o que sonhara o rei (v.10).
Foi decretada a morte de todos eles (v. 13).
Ao ser comunicado que morreria, Daniel, que também era um sábio da corte babilônica, procurou o rei e disse-lhe que Deus revelaria o sonho. Pediu um prazo e recebeu (v.16). Deus ouviu o Seu profeta. Eis o esquecido sonho do rei:
“Tu, ó rei, estavas vendo, e eis uma grande estátua... A cabeça era de ouro fino; o peito e os braços de prata; o ventre e as coxas de cobre; as pernas de ferro, os pés em parte de ferro e em parte de barro. Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o cobre, a prata e o ouro... e o vento os levou, e não se achou lugar para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte e encheu toda a Terra.” – Daniel 2:31-35
Daniel estava provavelmente com 17 anos quando foi levado cativo para Babilônia no ano 605 a.C. por Nabucodonosor e lá ficou até o fim dos seus dias, aproximadamente 90 anos.
Mas, aos 20 anos, ele começou a dar provas reais que era um profeta, e o início foi este sonho revelado por Deus. Eis, pois, a interpretação do sonho:
“Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a glória... E onde quer que habitem os filhos de homens, na tua mão entregou os animais do campo, e as aves do céu, e fez que reinasse sobre todos eles: tu és a cabeça de ouro.
“E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a Terra. E o quarto reino será forte como ferro... que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.
“E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro... e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro...
“E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil.
“Quanto ao que viste do ferro misturado com o barro, misturar-se-ão com semente humana, mas não se unirão entre si, assim como o barro não se mistura com o barro.
“Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que jamais será destruído; e este reino subsistirá para sempre.
“Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.” – Daniel 2:37-45.
Este sonho foi dado e interpretado aproximadamente 600 anos antes de Jesus nascer. Veja agora, como a História Geral e eclesiástica confirma a inspiração divina de Daniel.
“Tu és a cabeça de ouro” – Ouro foi o que embelezava Babilônia. O ouro brilhava nos templos sagrados da cidade. O deus de Babilônia, o trono em que estava assentado, a mesa e o altar próximos, tudo era de ouro. As vestes dos sacerdotes eram intercaladas de ouro. O profeta Jeremias compara Babilônia a um copo de ouro (Jer. 51:7). Nabucodonosor dominou de 606 a.C. a 539 a.C., por cerca de 70 anos.
“Inferior ao teu” – Assim como a prata é inferior ao ouro, o 2o império mundial a Medo-Pérsia, era inferior a Babilônia. Os conquistadores da Média e Pérsia, utilizaram a “complexa civilização babilônica, porque a sua era muito menos desenvolvida.” Seu domínio foi de 539 a.C. a 331 a.C., por cerca de 208 anos.
“Terceiro reino, de bronze” – Assim como o bronze é inferior a prata, um reino inferior sucederia o Império Medo Persa. Alexandre Magno venceu os Medo-Persas com um exército inferior, na proporção de 1 grego para 10 medos. Os capacetes, escudos, armas e os estojos para guardar as armas dos soldados gregos eram tudo de bronze. Alexandre e seus sucessores dominaram de 331 a.C. a 168 a.C., cerca de 163 anos.
“Forte como ferro” Roma a monarquia de ferro, a senhora do mundo. “Esmagou um oponente após outro, finalmente tornou-se agressiva, conquistadora irresistível do mundo Mediterrâneo e da Europa Ocidental.” Roma foi o 4º Império Mundial, dominou o mundo desde 168 ªC., quando venceu os gregos na batalha de Pidna, até 476 ªD., cerca de 644 anos.
“Os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro. Misturar-se-ão com semente humana... mas não se unirão” - Roma Ocidental foi dominada pelas tribos bárbaras que dividiram o Império Romano até hoje, confirmando os dez dedos da estátua. A Europa permanece dividida a mais de 1.500 anos. “A Europa em guerra pode ser quase comparada a uma briga em família. As casas reais, e especialmente os países mais fortemente relacionados à guerra, são praticamente todos do mesmo tronco germânico [Alemanha], e quase do mesmo sangue. Tem havido tantos casamentos entre essas castas a ponto de dominar sangue germânico [alemão] em cada trono europeu, com exceção dos dois pequenos reinos da Sérvia e Montenegro.” “Não se unirão”.
“Uma pedra cortada sem auxílio de mãos” - Daniel definiu com absoluta clareza a vinda de Jesus em glória e majestade para estabelecer Seu reino eterno nesta Terra que será renovada pela ação do fogo. Esta pedra é um símbolo visível do Reino de Deus a ser implantado entre os remidos, nos dias dos reis da Europa.
Muito claro, não?! Bem, se desejar mais informações, procure-nos, sim!
Detalhes: Dois braços: Média e Pérsia se uniram e venceram Babilônia.
Duas pernas: Roma se dividiu em Roma Oriental e Roma ocidental.
Fonte: Mensagem Folhetos www.ados.com.br
Preocupado e curioso, determinou que seus magos, astrólogos e advinhos revelassem o sonho sob pena de morte (v.2).
Estes responderam que nenhum mortal poderia saber o que sonhara o rei (v.10).
Foi decretada a morte de todos eles (v. 13).
Ao ser comunicado que morreria, Daniel, que também era um sábio da corte babilônica, procurou o rei e disse-lhe que Deus revelaria o sonho. Pediu um prazo e recebeu (v.16). Deus ouviu o Seu profeta. Eis o esquecido sonho do rei:
“Tu, ó rei, estavas vendo, e eis uma grande estátua... A cabeça era de ouro fino; o peito e os braços de prata; o ventre e as coxas de cobre; as pernas de ferro, os pés em parte de ferro e em parte de barro. Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o cobre, a prata e o ouro... e o vento os levou, e não se achou lugar para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte e encheu toda a Terra.” – Daniel 2:31-35
Daniel estava provavelmente com 17 anos quando foi levado cativo para Babilônia no ano 605 a.C. por Nabucodonosor e lá ficou até o fim dos seus dias, aproximadamente 90 anos.
Mas, aos 20 anos, ele começou a dar provas reais que era um profeta, e o início foi este sonho revelado por Deus. Eis, pois, a interpretação do sonho:
“Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a glória... E onde quer que habitem os filhos de homens, na tua mão entregou os animais do campo, e as aves do céu, e fez que reinasse sobre todos eles: tu és a cabeça de ouro.
“E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a Terra. E o quarto reino será forte como ferro... que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.
“E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro... e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro...
“E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil.
“Quanto ao que viste do ferro misturado com o barro, misturar-se-ão com semente humana, mas não se unirão entre si, assim como o barro não se mistura com o barro.
“Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que jamais será destruído; e este reino subsistirá para sempre.
“Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.” – Daniel 2:37-45.
Este sonho foi dado e interpretado aproximadamente 600 anos antes de Jesus nascer. Veja agora, como a História Geral e eclesiástica confirma a inspiração divina de Daniel.
“Tu és a cabeça de ouro” – Ouro foi o que embelezava Babilônia. O ouro brilhava nos templos sagrados da cidade. O deus de Babilônia, o trono em que estava assentado, a mesa e o altar próximos, tudo era de ouro. As vestes dos sacerdotes eram intercaladas de ouro. O profeta Jeremias compara Babilônia a um copo de ouro (Jer. 51:7). Nabucodonosor dominou de 606 a.C. a 539 a.C., por cerca de 70 anos.
“Inferior ao teu” – Assim como a prata é inferior ao ouro, o 2o império mundial a Medo-Pérsia, era inferior a Babilônia. Os conquistadores da Média e Pérsia, utilizaram a “complexa civilização babilônica, porque a sua era muito menos desenvolvida.” Seu domínio foi de 539 a.C. a 331 a.C., por cerca de 208 anos.
“Terceiro reino, de bronze” – Assim como o bronze é inferior a prata, um reino inferior sucederia o Império Medo Persa. Alexandre Magno venceu os Medo-Persas com um exército inferior, na proporção de 1 grego para 10 medos. Os capacetes, escudos, armas e os estojos para guardar as armas dos soldados gregos eram tudo de bronze. Alexandre e seus sucessores dominaram de 331 a.C. a 168 a.C., cerca de 163 anos.
“Forte como ferro” Roma a monarquia de ferro, a senhora do mundo. “Esmagou um oponente após outro, finalmente tornou-se agressiva, conquistadora irresistível do mundo Mediterrâneo e da Europa Ocidental.” Roma foi o 4º Império Mundial, dominou o mundo desde 168 ªC., quando venceu os gregos na batalha de Pidna, até 476 ªD., cerca de 644 anos.
“Os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro. Misturar-se-ão com semente humana... mas não se unirão” - Roma Ocidental foi dominada pelas tribos bárbaras que dividiram o Império Romano até hoje, confirmando os dez dedos da estátua. A Europa permanece dividida a mais de 1.500 anos. “A Europa em guerra pode ser quase comparada a uma briga em família. As casas reais, e especialmente os países mais fortemente relacionados à guerra, são praticamente todos do mesmo tronco germânico [Alemanha], e quase do mesmo sangue. Tem havido tantos casamentos entre essas castas a ponto de dominar sangue germânico [alemão] em cada trono europeu, com exceção dos dois pequenos reinos da Sérvia e Montenegro.” “Não se unirão”.
“Uma pedra cortada sem auxílio de mãos” - Daniel definiu com absoluta clareza a vinda de Jesus em glória e majestade para estabelecer Seu reino eterno nesta Terra que será renovada pela ação do fogo. Esta pedra é um símbolo visível do Reino de Deus a ser implantado entre os remidos, nos dias dos reis da Europa.
Muito claro, não?! Bem, se desejar mais informações, procure-nos, sim!
Detalhes: Dois braços: Média e Pérsia se uniram e venceram Babilônia.
Duas pernas: Roma se dividiu em Roma Oriental e Roma ocidental.
Fonte: Mensagem Folhetos www.ados.com.br
As cinco colunas da verdade
Aproximadamente há dois milênios eclodiu no espaço, pela boca de Pilatos diante de Jesus, a milenar pergunta registrada em João 18:37-38: “... que é a verdade?”
Pilatos quis saber o que é a verdade, estando diante Dela, sem, contudo, Dela fazer caso.
A busca da verdade é a tônica desta geração desen-contrada. Churchill disse certa ocasião: “De vez em quando os homens tropeçam na verdade e bem depressa se levantam, como se nada houvesse acontecido.”
O profeta Isaías, pela inspiração divina, diz que, “... a verdade anda tropeçando pelas ruas...” (Isa. 59:14-15). A busca da verdade que fazem hoje os que dizem almejá-la é feita apenas em parte. A verdade está ao alcance de todos e são muitos os que passam por ela, não fazendo nenhum esforço por obedecê-la. Fecham o coração, ouvidos e olhos. Rejeitam assim a oportunidade de descobrir o que é a Ver-dade. É necessário encontrar a verdade, e Jesus assegura:
João 8:32
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Conclui-se então que, se a verdade liberta, o homem efetivamente está preso. E, preso a quê? Ao pecado, aos vícios, erros, equívocos, preso a alguma religião por tradi-ção, sentimentalismo, obrigação ou camaradagem.
A verdade de cada um assume proporções grandiosas quando em choque com outras verdades. São as verdades particulares de cada qual. E são defendidas com todo ardor. E há até os que se sacrificam para defender a verdade que aceitam. Daí a grande necessidade de encontrar a verdade que só Deus tem e pode santificar, libertar, trazer paz, felicidade, salvação e gozo no Espírito Santo.
É comum ouvir-se sinceros cristãos, das mais variadas Igrejas Evangélicas, defenderem fervorosamente a idéia de que possuem a verdade, o que em parte é aceitável. Assim levantam-se todos a uma voz e gritam: “Nós estamos com a verdade!” Não descreio, porque Jesus Cristo é a verdade. Deus é a verdade. A Bíblia é a verdade. E quem se fundamenta nestas verdades pode enunciar possuí-las. – Mas... pergunto: é somente estas a verdade de Deus? O que é a verdade para Deus?
Antes de continuar, irmão, raciocine comigo: o que é uma casa? Certamente, para ser uma casa, é preciso que se tenha: piso, paredes, teto, compartimentos, etc... Havendo apenas paredes e piso, não se pode dizer que seja uma casa. Com sinceridade, o máximo que se pode admitir é ser uma casa incompleta.
Uma árvore também, para ser considerada como tal, terá que ter raízes, tronco, folhas, etc. Tendo apenas raízes e um tronco quebrado ou cortado não é em si mesma uma árvore, mas um pedaço de árvore. Assim, a verdade que Deus deseja que o homem encontre é um conjunto de verdades que em si forma a verdade pura e cristalina que restaura, liberta e santifica. E, esta verdade completa, é apresentada pela Bíblia como sendo um conjunto de cinco colunas, que formam, portanto, a verdade total de Deus.
Primeira Coluna:
Deus é a verdade (Isaías 65:16).
Segunda Coluna:
Jesus Cristo é a verdade (João 14:6).
Terceira Coluna:
O Espírito Santo é a verdade (João 16:13).
Quarta Coluna:
A Bíblia é a verdade (João 17:17).
Se você leitor, tem, crê e vive estas verdades, está no caminho certo, mas... ainda lhe falta alguma coisa, e esta é a:
Quinta Coluna:
A Lei de Deus é a verdade (Salmo 119:142).
Eis aqui, amado, a verdade completa, apresentada pela santa Bíblia. Mas, lamentavelmente, uma verdade deste conjunto glorioso está sendo desprezada. Uma destas ver-dades santificadoras foi lançada por terra (Dan. 8:12), e poucos são os que a têm levantado, reconduzindo-a ao seu devido lugar.
A Lei Moral de Deus, os Dez Mandamentos tem sido ridicularizada e desdenhada, e isso para alegria de todos os demônios. O profeta Daniel, quase 600 anos antes de Jesus nascer, profetizou esta atrocidade dizendo:
Daniel 7:25
“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a Lei...”
Esta profecia cumpriu-se quando o Imperador romano Justiniano estabeleceu o Papa como cabeça de todas as igrejas e corretor de herejes, no ano 538.
A partir daí começou a Supremacia Papal que se estendeu até 1798 quando Napoleão Bonaparte prendeu o Papa Pio VI, pondo fim a Supremacia.
Durante 1.260 anos a perseguição foi detonada contra os fiéis de Deus, e uma coluna da Verdade foi completa-mente destruida (Dan. 7:25; Apoc. 11:2,3; 12:6,14).
Sim, a Lei de Deus foi alterada, arrancaram de lá o Sábado e colocaram em seu lugar o domingo – um dia espúrio, estranho à Palavra de Deus. Todas as desculpas e suposições podem ser levantadas para a defesa do cancela-mento do Sábado como dia santificado de guarda, porém, ficará patente, sempre e eternamente, que ele foi cancelado pelo homem e não por Deus.
Sim, digo-o outra vez, uma destas Verdades está lan-çada ao chão e disso os cristãos sinceros e leais têm que se conscientizar. Deus espera que nos levantemos em favor de Sua santa Lei.
Caro irmão, nada existe de mais precioso que andar na luz; quando isso ocorre, fogem as dúvidas e intranquilidades. A Verdade borbulha quando exposta e submetida ao crivo das Escrituras. Mas, ela só deixará de ser uma teoria para você quando, humildemente, ao descobri-la, decidir observá-la, mesmo perseguido ou chacoteado.
O cristão que se prepara para o Céu não se intimida nem se envergonha de tomar decisões firmes ao lado da verdade global de Deus.
Muitos hoje, despercebidamente, ensinam que não importa o que se creia, desde que seja sincero. Este é um pensamento que não tem base escriturística.
Que Deus o abençoe em sua decisão.
Fonte: Folhetos retirados do site: www.ados.com.br de autoria de Lourenço Gonzalez
Pilatos quis saber o que é a verdade, estando diante Dela, sem, contudo, Dela fazer caso.
A busca da verdade é a tônica desta geração desen-contrada. Churchill disse certa ocasião: “De vez em quando os homens tropeçam na verdade e bem depressa se levantam, como se nada houvesse acontecido.”
O profeta Isaías, pela inspiração divina, diz que, “... a verdade anda tropeçando pelas ruas...” (Isa. 59:14-15). A busca da verdade que fazem hoje os que dizem almejá-la é feita apenas em parte. A verdade está ao alcance de todos e são muitos os que passam por ela, não fazendo nenhum esforço por obedecê-la. Fecham o coração, ouvidos e olhos. Rejeitam assim a oportunidade de descobrir o que é a Ver-dade. É necessário encontrar a verdade, e Jesus assegura:
João 8:32
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Conclui-se então que, se a verdade liberta, o homem efetivamente está preso. E, preso a quê? Ao pecado, aos vícios, erros, equívocos, preso a alguma religião por tradi-ção, sentimentalismo, obrigação ou camaradagem.
A verdade de cada um assume proporções grandiosas quando em choque com outras verdades. São as verdades particulares de cada qual. E são defendidas com todo ardor. E há até os que se sacrificam para defender a verdade que aceitam. Daí a grande necessidade de encontrar a verdade que só Deus tem e pode santificar, libertar, trazer paz, felicidade, salvação e gozo no Espírito Santo.
É comum ouvir-se sinceros cristãos, das mais variadas Igrejas Evangélicas, defenderem fervorosamente a idéia de que possuem a verdade, o que em parte é aceitável. Assim levantam-se todos a uma voz e gritam: “Nós estamos com a verdade!” Não descreio, porque Jesus Cristo é a verdade. Deus é a verdade. A Bíblia é a verdade. E quem se fundamenta nestas verdades pode enunciar possuí-las. – Mas... pergunto: é somente estas a verdade de Deus? O que é a verdade para Deus?
Antes de continuar, irmão, raciocine comigo: o que é uma casa? Certamente, para ser uma casa, é preciso que se tenha: piso, paredes, teto, compartimentos, etc... Havendo apenas paredes e piso, não se pode dizer que seja uma casa. Com sinceridade, o máximo que se pode admitir é ser uma casa incompleta.
Uma árvore também, para ser considerada como tal, terá que ter raízes, tronco, folhas, etc. Tendo apenas raízes e um tronco quebrado ou cortado não é em si mesma uma árvore, mas um pedaço de árvore. Assim, a verdade que Deus deseja que o homem encontre é um conjunto de verdades que em si forma a verdade pura e cristalina que restaura, liberta e santifica. E, esta verdade completa, é apresentada pela Bíblia como sendo um conjunto de cinco colunas, que formam, portanto, a verdade total de Deus.
Primeira Coluna:
Deus é a verdade (Isaías 65:16).
Segunda Coluna:
Jesus Cristo é a verdade (João 14:6).
Terceira Coluna:
O Espírito Santo é a verdade (João 16:13).
Quarta Coluna:
A Bíblia é a verdade (João 17:17).
Se você leitor, tem, crê e vive estas verdades, está no caminho certo, mas... ainda lhe falta alguma coisa, e esta é a:
Quinta Coluna:
A Lei de Deus é a verdade (Salmo 119:142).
Eis aqui, amado, a verdade completa, apresentada pela santa Bíblia. Mas, lamentavelmente, uma verdade deste conjunto glorioso está sendo desprezada. Uma destas ver-dades santificadoras foi lançada por terra (Dan. 8:12), e poucos são os que a têm levantado, reconduzindo-a ao seu devido lugar.
A Lei Moral de Deus, os Dez Mandamentos tem sido ridicularizada e desdenhada, e isso para alegria de todos os demônios. O profeta Daniel, quase 600 anos antes de Jesus nascer, profetizou esta atrocidade dizendo:
Daniel 7:25
“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a Lei...”
Esta profecia cumpriu-se quando o Imperador romano Justiniano estabeleceu o Papa como cabeça de todas as igrejas e corretor de herejes, no ano 538.
A partir daí começou a Supremacia Papal que se estendeu até 1798 quando Napoleão Bonaparte prendeu o Papa Pio VI, pondo fim a Supremacia.
Durante 1.260 anos a perseguição foi detonada contra os fiéis de Deus, e uma coluna da Verdade foi completa-mente destruida (Dan. 7:25; Apoc. 11:2,3; 12:6,14).
Sim, a Lei de Deus foi alterada, arrancaram de lá o Sábado e colocaram em seu lugar o domingo – um dia espúrio, estranho à Palavra de Deus. Todas as desculpas e suposições podem ser levantadas para a defesa do cancela-mento do Sábado como dia santificado de guarda, porém, ficará patente, sempre e eternamente, que ele foi cancelado pelo homem e não por Deus.
Sim, digo-o outra vez, uma destas Verdades está lan-çada ao chão e disso os cristãos sinceros e leais têm que se conscientizar. Deus espera que nos levantemos em favor de Sua santa Lei.
Caro irmão, nada existe de mais precioso que andar na luz; quando isso ocorre, fogem as dúvidas e intranquilidades. A Verdade borbulha quando exposta e submetida ao crivo das Escrituras. Mas, ela só deixará de ser uma teoria para você quando, humildemente, ao descobri-la, decidir observá-la, mesmo perseguido ou chacoteado.
O cristão que se prepara para o Céu não se intimida nem se envergonha de tomar decisões firmes ao lado da verdade global de Deus.
Muitos hoje, despercebidamente, ensinam que não importa o que se creia, desde que seja sincero. Este é um pensamento que não tem base escriturística.
Que Deus o abençoe em sua decisão.
Fonte: Folhetos retirados do site: www.ados.com.br de autoria de Lourenço Gonzalez
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