Além de se tratar as doenças das pessoas, é importante tratarmos a alma, a vida espiritual. A prática ministerial no trabalho de capelania hospitalar deve se preocupar com pessoas e não apenas com doenças. Atrás de uma doença existe um ser humano que necessita de cuidados tanto físicos, quanto psicológicos e espirituais.
O capelão hospitalar é um colaborador do bem estar do paciente e o seu trabalho tem por objetivo principal consolar e aconselhar os pacientes, seus familiares e os profissionais que atuam em equipe num hospital.
Destacamos este pensamento onde se afirma que o objetivo da capelania é “levar renovação espiritual, apoio e consolo emocional. Essa ação é voltada aos pacientes, aos seus familiares e aos profissionais da saúde, procurando tornar o ambiente hospitalar o mais humano e confortante possível”.
Temos conhecimento de que o ser humano é um ser holístico e desde os tempos primórdios da medicina o emocional e o físico já estavam relacionados. Um dos precursores da medicina foi o grego Hipócrates, considerado o pai da medicina ocidental, que em sua época já realizava a relação entre corpo, alma e espírito.
Nos tempos modernos, pesquisas têm sido desenvolvidas no intuito de se descobrir a relação entre a recuperação de pacientes que praticam algum tipo de religiosidade ou fé e as estatísticas demonstram que há uma ligeira melhora destes pacientes.
Outro aspecto que destacamos é o aconselhamento com pessoas em estado terminal. É uma parte extremamente difícil ter que aconselhar uma pessoa em estágio final de sua vida. É nesse aspecto que considero indispensável a atuação do capelão hospitalar, pois nessa ocasião deverá possuir os conhecimentos bíblicos necessários para que se possa orientar o paciente a ter uma despedida dessa vida e uma tranqüila passagem para o mundo espiritual.
Enfatizamos também a importância do trabalho em equipe, pois um capelão não consegue desenvolver um bom trabalho sozinho. A sua equipe precisa estar bem estruturada, de acordo com as necessidades de cada cidade ou região. É indispensável uma boa qualificação para o sucesso deste trabalho e acima de tudo, é preciso ser vocacionado para esse trabalho.
Severino Brêda da Silva - Doutor em Ciências da Religião (PUC/GO); Doutorando em Direito (UMSA - Argentina); Mestre em Teologia - Educação e Religião (EST/RS); Bacharel em Ciências Contábeis (UFMT), Teologia (UNIGRAN) e Direito (UNIC); Empresário Contábil.
domingo, 4 de outubro de 2009
O Ministério de Capelania Escolar
Para ser um capelão bem sucedido o primeiro pré-requisito será que ele se sinta vocacionado para este ministério. Sem vocação não há que se falar em sucesso na capelania.
A capelania tem por objetivo principal apoiar famílias de estudantes em escolas, com enfoque na solidariedade humana, no cuidado, aconselhamento e orientação quanto aos conflitos existenciais, sofrimento do ser humano em razão de distúrbios familiares e problemas pessoais.
O capelão deverá possuir uma boa formação humanística, principalmente em aconselhamento e teologia, cultura geral, boa personalidade, amável e estar sempre disposto a ouvir as pessoas. Na maioria das vezes as pessoas querem apenas ser ouvidas.
O capelão deve estar sempre bem apresentado, portando vestimentas descentes e totalmente higienizado, pois as pessoas julgam muito pela aparência física. A sua família deve ser bem estruturada e ele deve ter muita paciência, fé e sempre uma palavra de ânimo para conseguir lidar com todas as situações em que se depara. Deve ser um exemplo para a comunidade, pois também desenvolve um ministério pastoral, seja na escola, nos hospitais ou numa empresa.
O trabalho do capelão é indispensável. Dentre suas atividades de capelania destacamos a visitação a alunos, doentes em hospitais, orientação familiar, etc. Assim como todo ministro do evangelho, o capelão necessita agir com ética cristã em suas relações com seus aconselhandos.
Ele poderá desenvolver trabalhos sociais, palestras sobre qualidade de vida, recreações espirituais e promoção da dignidade da pessoa humana. Enfim, há um leque de possibilidades para se desenvolver o trabalho de capelania, tanto em escolas públicas ou privadas, quanto em hospitais, em empresas e organizações não governamentais.
A capelania tem por objetivo principal apoiar famílias de estudantes em escolas, com enfoque na solidariedade humana, no cuidado, aconselhamento e orientação quanto aos conflitos existenciais, sofrimento do ser humano em razão de distúrbios familiares e problemas pessoais.
O capelão deverá possuir uma boa formação humanística, principalmente em aconselhamento e teologia, cultura geral, boa personalidade, amável e estar sempre disposto a ouvir as pessoas. Na maioria das vezes as pessoas querem apenas ser ouvidas.
O capelão deve estar sempre bem apresentado, portando vestimentas descentes e totalmente higienizado, pois as pessoas julgam muito pela aparência física. A sua família deve ser bem estruturada e ele deve ter muita paciência, fé e sempre uma palavra de ânimo para conseguir lidar com todas as situações em que se depara. Deve ser um exemplo para a comunidade, pois também desenvolve um ministério pastoral, seja na escola, nos hospitais ou numa empresa.
O trabalho do capelão é indispensável. Dentre suas atividades de capelania destacamos a visitação a alunos, doentes em hospitais, orientação familiar, etc. Assim como todo ministro do evangelho, o capelão necessita agir com ética cristã em suas relações com seus aconselhandos.
Ele poderá desenvolver trabalhos sociais, palestras sobre qualidade de vida, recreações espirituais e promoção da dignidade da pessoa humana. Enfim, há um leque de possibilidades para se desenvolver o trabalho de capelania, tanto em escolas públicas ou privadas, quanto em hospitais, em empresas e organizações não governamentais.
A Prática Ministerial com Surdos
Destaco neste texto a necessidade de incluirmos todas as pessoas na pregação do evangelho e no plano da salvação, pois Deus não faz acepção de pessoas e jamais se esqueceu de alguma, não importando a sua classe social, credo, cor, ou origem étnica.
As ações de Jesus sempre foram inclusivas. Ele se preocupou com as viúvas, com os órfãos, os cegos, os surdos, os mudos, os deficientes físicos, etc. Ele veio para curar e salvar o perdido e oprimido pelo pecado. Ele jamais praticou algum tipo de discriminação.
Os fariseus estavam alicerçados em seus rituais, normas e leis cerimoniais. Enfatizam alguns aspectos da lei em detrimento do cuidado dos deficientes físicos. Acreditavam que as deficiências eram por causa do pecado.
No entanto, Jesus veio quebrar este preconceito arraigado nos costumes judaicos e veio trazer cura e saúde para todos os que sofriam devido suas deficiências físicas. Por isso podemos chamá-lo de “O médico dos médicos”.
As ações de Jesus sempre foram inclusivas. Ele se preocupou com as viúvas, com os órfãos, os cegos, os surdos, os mudos, os deficientes físicos, etc. Ele veio para curar e salvar o perdido e oprimido pelo pecado. Ele jamais praticou algum tipo de discriminação.
Os fariseus estavam alicerçados em seus rituais, normas e leis cerimoniais. Enfatizam alguns aspectos da lei em detrimento do cuidado dos deficientes físicos. Acreditavam que as deficiências eram por causa do pecado.
No entanto, Jesus veio quebrar este preconceito arraigado nos costumes judaicos e veio trazer cura e saúde para todos os que sofriam devido suas deficiências físicas. Por isso podemos chamá-lo de “O médico dos médicos”.
A Prática Ministerial com Crianças e Adolescentes em Situação de Risco nas Ruas
O primeiro passo para que possamos diminuir essa população será a parceria da igreja com instituições públicas e privadas, tais como o conselho tutelar, o juizado da infância e juventude, organizações não governamentais, juntamente com as famílias dos menores em situações de risco.
Sem o apoio do poder público pouca coisa poderá ser realizada, pois muitas ações dependerão de espaços físicos e recursos financeiros para a implantação de ações objetivas e práticas na recuperação de menores.
Outro aspecto que deve ser levado em consideração são as políticas públicas de inclusão social. Muitos menores vão para as ruas para trabalharem porque são mantenedores financeiros em seus lares. No entanto, lugar de criança é na escola estudando e desenvolvendo suas potencialidades como ser humano.
Atualmente temos percebido a postura do poder público com relação a programas sociais, tal como “projovem”, onde o jovem ganha R$ 100,00 (cem reais) por mês para somente estudarem. Acontece que muitos deles acabam desistindo dos estudos. O trabalho de educação e conscientização com as famílias desses jovens será de suma importância, para que eles continuem seus estudos e possam ingressar no mercado de trabalho na idade adequada.
Uma equipe multidisciplinar deverá ser montada em parceria com a igreja e com instituições públicas e privadas para que estes jovens possam ser monitorados através de pastores, psicólogos, médicos, professores, juristas, etc., ou seja, toda criança tem o direito à proteção integral, tanto no aspecto físico, psicológico e espiritual e, desta forma possam ser reintegrados na sociedade, como cidadãos e seres humanos dotados de dignidade.
Sem o apoio do poder público pouca coisa poderá ser realizada, pois muitas ações dependerão de espaços físicos e recursos financeiros para a implantação de ações objetivas e práticas na recuperação de menores.
Outro aspecto que deve ser levado em consideração são as políticas públicas de inclusão social. Muitos menores vão para as ruas para trabalharem porque são mantenedores financeiros em seus lares. No entanto, lugar de criança é na escola estudando e desenvolvendo suas potencialidades como ser humano.
Atualmente temos percebido a postura do poder público com relação a programas sociais, tal como “projovem”, onde o jovem ganha R$ 100,00 (cem reais) por mês para somente estudarem. Acontece que muitos deles acabam desistindo dos estudos. O trabalho de educação e conscientização com as famílias desses jovens será de suma importância, para que eles continuem seus estudos e possam ingressar no mercado de trabalho na idade adequada.
Uma equipe multidisciplinar deverá ser montada em parceria com a igreja e com instituições públicas e privadas para que estes jovens possam ser monitorados através de pastores, psicólogos, médicos, professores, juristas, etc., ou seja, toda criança tem o direito à proteção integral, tanto no aspecto físico, psicológico e espiritual e, desta forma possam ser reintegrados na sociedade, como cidadãos e seres humanos dotados de dignidade.
O Pastorado como Prática Ministerial
Diante das qualidades exigidas, relevância e importância, o ministério pastoral de fato, “...é uma das mais sublimes atividades que podem ser exercidas no reino de Deus”. Concordo plenamente com os requisitos e com as qualidades pessoais indispensáveis requeridas para o exercício do ministério pastoral.
No entanto, diante de tantas qualificações exigidas, ainda não me sinto preparado para assumir o ministério pastoral, pois, desde o início de meus estudos, sempre deixei claro que a minha opção ao ter escolhido o curso de teologia, foi com o objetivo de adquirir conhecimentos acadêmicos. Quem sabe num futuro próximo Deus prepare alguma coisa para o Teu servo! Tudo dependerá da vontade Dele.
Existem algumas coisas em minha vida pessoal que ainda precisam ser ajustadas. Uma delas é o desapego às coisas materiais. Como é difícil para quem já possui uma profissão estabilizada, ter que deixá-la para assumir um ministério que infelizmente ainda não é muito valorizado pela sociedade e até pela própria igreja!
Infelizmente, muitas igrejas não levam em consideração os requisitos indispensáveis de um futuro ministro do evangelho e acabam se precipitando, impondo as mãos sobre pessoas despreparadas e, isso acaba por prejudicar a obra de Deus.
É necessário, portanto, que se leve em consideração a vocação, os dons, o caráter e as qualidades indispensáveis de um futuro ministro do evangelho.
É óbvio que estes requisitos são essenciais para todos os ministérios desenvolvidos na igreja. No entanto, o ministério pastoral, como já afirmado, é uma das mais importantes funções desenvolvidas no reino de Deus e o pastor deve ser um exemplo para a sua comunidade e qualquer deslize, toda a igreja sofrerá por causa do seu mau testemunho. O sucesso de uma congregação muito dependerá da conduta moral de seu pastor.
No entanto, diante de tantas qualificações exigidas, ainda não me sinto preparado para assumir o ministério pastoral, pois, desde o início de meus estudos, sempre deixei claro que a minha opção ao ter escolhido o curso de teologia, foi com o objetivo de adquirir conhecimentos acadêmicos. Quem sabe num futuro próximo Deus prepare alguma coisa para o Teu servo! Tudo dependerá da vontade Dele.
Existem algumas coisas em minha vida pessoal que ainda precisam ser ajustadas. Uma delas é o desapego às coisas materiais. Como é difícil para quem já possui uma profissão estabilizada, ter que deixá-la para assumir um ministério que infelizmente ainda não é muito valorizado pela sociedade e até pela própria igreja!
Infelizmente, muitas igrejas não levam em consideração os requisitos indispensáveis de um futuro ministro do evangelho e acabam se precipitando, impondo as mãos sobre pessoas despreparadas e, isso acaba por prejudicar a obra de Deus.
É necessário, portanto, que se leve em consideração a vocação, os dons, o caráter e as qualidades indispensáveis de um futuro ministro do evangelho.
É óbvio que estes requisitos são essenciais para todos os ministérios desenvolvidos na igreja. No entanto, o ministério pastoral, como já afirmado, é uma das mais importantes funções desenvolvidas no reino de Deus e o pastor deve ser um exemplo para a sua comunidade e qualquer deslize, toda a igreja sofrerá por causa do seu mau testemunho. O sucesso de uma congregação muito dependerá da conduta moral de seu pastor.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A Prática Ministerial Requer Liderança Cristã
Para que um líder cristão desempenhe e desenvolva adequadamente a sua prática ministerial necessita primeiramente estar sujeito à Cristo e à Sua Palavra. O primeiro passo é a submissão a Deus e obediência à Sua Palavra.
O líder necessita exercer a sua função com eficiência e eficácia e ser um líder servo. Ele deve sentir que é vocacionado para a obra e sentir o peso do chamamento de Deus. Deve estar disposto a realizar o trabalho que Deus lhe atribui com satisfação e responsabilidade.
Apesar das limitações do ser humano, Deus o habilita para a Sua obra, dando-lhe os dons e talentos necessários para o desempenho de uma boa liderança. O caráter do líder é de suma importância, pois um líder que não seja exemplo para a sua comunidade não merece crédito e será um péssimo exemplo para a Igreja.
Um líder exemplar deve possuir qualidades essenciais tais como visão, dedicação, capacidade de assumir riscos, ser responsável, honesto, exemplar, ser flexível e sensível aos problemas dos liderados, possuir influência na comunidade em que atua, saber ouvir e principalmente possuir integridade de caráter e a comunidade deve confiar inteiramente nele.
Sem estas características ou qualidades, dificilmente um líder terá sucesso em sua prática ministerial, pois o líder deve ser irrepreensível, esposo de uma só mulher, deve possuir retidão de caráter, ser um líder servo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que veio a este mundo para servir e não para ser servido.
O líder necessita exercer a sua função com eficiência e eficácia e ser um líder servo. Ele deve sentir que é vocacionado para a obra e sentir o peso do chamamento de Deus. Deve estar disposto a realizar o trabalho que Deus lhe atribui com satisfação e responsabilidade.
Apesar das limitações do ser humano, Deus o habilita para a Sua obra, dando-lhe os dons e talentos necessários para o desempenho de uma boa liderança. O caráter do líder é de suma importância, pois um líder que não seja exemplo para a sua comunidade não merece crédito e será um péssimo exemplo para a Igreja.
Um líder exemplar deve possuir qualidades essenciais tais como visão, dedicação, capacidade de assumir riscos, ser responsável, honesto, exemplar, ser flexível e sensível aos problemas dos liderados, possuir influência na comunidade em que atua, saber ouvir e principalmente possuir integridade de caráter e a comunidade deve confiar inteiramente nele.
Sem estas características ou qualidades, dificilmente um líder terá sucesso em sua prática ministerial, pois o líder deve ser irrepreensível, esposo de uma só mulher, deve possuir retidão de caráter, ser um líder servo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que veio a este mundo para servir e não para ser servido.
A Vocação nas Práticas Ministeriais
Assim como temos dons para exercermos algum tipo de profissão, para exercermos uma determinada prática ministerial devemos ser vocacionados para tal.
É o Senhor Deus quem nos chama e quando Ele nos chama providencia os meios para que sejamos capacitados para sua obra, seja através da vida cotidiana prática ou através de um curso teológico. Deus toma a decisão e apenas somos instrumentos em Suas mãos quando deixamos que a Sua maravilhosa graça trabalhe em nós.
Foi o próprio Jesus quem escolheu os seus discípulos e não o contrário. Ele os escolheu um a um e todos, ao sentirem o chamado do Mestre obedeceram.
Não podemos confundir a vocação com talentos naturais, tradição familiar, com a aprovação em vestibulares teológicos ou com frustração e a falta de sucesso profissional. Se fosse assim, Deus chamaria apenas os fracassados em suas profissões. No entanto, Ele deseja que Seus filhos sejam vencedores em todas as esferas da vida.
O Senhor Deus olha o interior e não o exterior do homem, pois conhecimento e erudição não são pré-requisitos para o ministério eclesial. Caso contrário, Ele chamaria apenas os mais preparados intelectualmente.
Portanto, existem vários fatores para que o vocacionado possa sentir o chamado de Deus. Além de sentir a convicção pessoal do chamado de Deus, também precisa da participação humana na vocação. Ele necessita da aprovação da Igreja, pois ela será o termômetro para identificar se um indivíduo possui o chamado de Deus e as qualificações necessárias para o desempenho do futuro ministro do evangelho.
É o Senhor Deus quem nos chama e quando Ele nos chama providencia os meios para que sejamos capacitados para sua obra, seja através da vida cotidiana prática ou através de um curso teológico. Deus toma a decisão e apenas somos instrumentos em Suas mãos quando deixamos que a Sua maravilhosa graça trabalhe em nós.
Foi o próprio Jesus quem escolheu os seus discípulos e não o contrário. Ele os escolheu um a um e todos, ao sentirem o chamado do Mestre obedeceram.
Não podemos confundir a vocação com talentos naturais, tradição familiar, com a aprovação em vestibulares teológicos ou com frustração e a falta de sucesso profissional. Se fosse assim, Deus chamaria apenas os fracassados em suas profissões. No entanto, Ele deseja que Seus filhos sejam vencedores em todas as esferas da vida.
O Senhor Deus olha o interior e não o exterior do homem, pois conhecimento e erudição não são pré-requisitos para o ministério eclesial. Caso contrário, Ele chamaria apenas os mais preparados intelectualmente.
Portanto, existem vários fatores para que o vocacionado possa sentir o chamado de Deus. Além de sentir a convicção pessoal do chamado de Deus, também precisa da participação humana na vocação. Ele necessita da aprovação da Igreja, pois ela será o termômetro para identificar se um indivíduo possui o chamado de Deus e as qualificações necessárias para o desempenho do futuro ministro do evangelho.
Assinar:
Postagens (Atom)